Pobreza mata milhões de crianças no mundo
Onze milhões de crianças com menos de cinco anos de idade morrem anualmente por causa da pobreza, e sete milhões não chegam ao 1º ano de vida, denunciaram, recentemente, várias organizações não governamentais (ONGs) na Espanha. Setenta por cento das mortes devem-se à desnutrição ou a doenças facilmente evitáveis em países ricos, como infecções respiratórias, diarréias ou malária.
Os países integrantes das Nações Unidas se comprometeram em 2000, na Cúpula do Milênio, a reduzir em dois terços a mortalidade infantil em 2015, o que, segundo instituições ligadas ao tema, ainda está muito longe de ser alcançado.
Uma matéria publicada pela agência EFE revelou que 7 milhões de crianças não chegam ao seu primeiro aniversário, e que 15 milhões de meninos e meninas no mundo ficam órfãos devido à Aids. O texto destaca também que 130 milhões de crianças não freqüentam a escola e que 82 milhões de meninas têm a infância interrompida em conseqüência de casamentos precoces. Além disso, 246 milhões de crianças trabalham, das quais 72 milhões têm menos de 10 anos.
Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) revelou que, somente na África, cerca de 1,16 milhão de crianças com menos de 28 dias morrem por ano, devido à pobreza. O documento acrescenta que “um pequeno acréscimo de recursos poderia reduzir essa estatística, levando cuidados básicos a 90% das mulheres e crianças do continente”.
Cinqüenta anos depois de a ONU instituir o Dia Universal da Criança, comemorado em 20 de novembro, os direitos fundamentais da infância continuam sendo desrespeitados, inclusive nos países desenvolvidos, divulgaram várias ONGs. Nesta data comemora-se também a Declaração dos Direitos da Criança, aprovada em 1959. O aniversário, afirma o porta-voz de uma dessas instituições, “se comemora em uma sociedade onde a infância é ameaçada pelas guerras, trabalho infantil, exploração sexual e outras formas de violência”.
Os direitos das crianças entre grupos que pertencem a minorias, como refugiados e meninos de rua, são os mais vulneráveis. Segundo especialistas, é difícil determinar o número exato de meninos de rua, mas de acordo com alguns organismos, estima-se que gire em torno de 100 milhões em todo o planeta. (do site www.folhauniversal.com.br)
Comentário do Blog: O apóstolo Paulo escreve a Tito que os da circuncisão transtornavam casas inteiras. O verbo TRANSTORNAR significa: Pôr confusão em; atrapalhar: Transtornar o negócio. Fazer mudar de costumes, de opinião, de vida; desencaminhar: Mau ambiente; transtorna as pessoas. Desorganizar, perturbar: Transtornar a harmonia social. Corromper, desencaminhar; Fazer voltar ao antigo estado: Transtornou os costumes à sua antiga dureza. O apóstolo Paulo ia aos gentios, ali se punha uma igreja com o evangelho da incircuncisão. Os apóstolos de Jesus de Nazaré entraram sorrateiros a espiar a liberdade gloriosa dos crentes e lá os enfeitiçavam, obrigavam-lhes a se circuncidar. Obrigavam os crentes a judaizar e a servirem a Deus com doutrina de demônios, com sacrifícios e com abstinências. Paulo escreve que Jesus se fez pobre para que nós enriquecêssemos. Somos ricos, prósperos, nada nos falta, vivemos reinando sejam quais forem as circunstâncias. A circuncisão transtornou o mundo, mergulhou o mundo em apostasia e essa "pobreza" reflete os efeitos colaterais de 2000 anos apartados da fé.